Trocando os vícios

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Eu tive muita resistência em deixar aparelhos e brinquedos tecnológicos entrarem em minha casa, com medo e preocupação que acabasse a convivência e o bate papo entre a minha família.

Os meus filhos sempre dizendo que agora o mundo mudou! Na minha opinião, e acredito que na opinião da maioria dos pais, praticar um esporte em vez de ficar na frente de uma tela, é muito mais saudável. Por isso, nunca deixei de incentivá-los a escolher uma atividade ( sempre foi obrigatório), mesmo que não fosse o tênis. Hoje, os dois competem natação, mas sempre que podem ligam o vídeo game e não se separam dos seus celulares.

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Num bate papo desses, conheci a Vera Cristina Bauer Galbinski, 45 anos, advogada, que me contou o que se passou com o seu filho Otávio, de 11 anos, que era viciado em vídeo game e hoje ele é viciado em jogar tênis ( que boa troca!). Eu fiquei  tão impressionada com a sua história que resolvi fazer um vídeo onde ela conta essa experiência.

No dia 19 de julho de 2017, a revista Veja publicou uma matéria chamada  Desintoxicação Digital. Achei tão interessante que resolvi compartilhar  com vocês!

revista cópia PXB

“A coisa é mais séria do que  parece. Se os pais não colocam limites no uso de games, tablet, celular, as crianças podem desenvolver um quadro de ansiedade, de dependência, além de levar a distúrbios como depressão e uso de entorpecentes”.

Um estudo da Unifesp revelou que 65% deles dormem pouco para continuar logados, 51% acessam a internet enquanto almoçam ou jantam e 33% usam o dispositivo até no banheiro.Trata- se de um problema que afeta o mundo inteiro, tanto é que a Organização Mundial de Saúde( OMS) pretende classificar o vício em jogos eletrônicos como “distúrbio  psiquiátrico.”

Então minha gente, vamos incentivar os jovens a praticar esportes. Que tal o tênis?rs rs

Se você tem alguma história semelhante, e que gostaria de compartilhar, envie para contato@bemsacado.com.br

Até mais!😉

Simone

 

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